A mãe nas águas.
Yéyé Omó Ejá, nome que vem do idioma africano yorubá, que em sua tradução literal traria “mãe cujos filhos são peixes”. No Brasil, a energia de Iemanjá é cultuada entre umbandistas e candomblecistas. Sendo considerada a mãe dos orixás, seu sincretismo está associado as imagens de Nossa Senhora da Conceição, Virgem Maria e outras santas do catolicismo, e também a figura de Iara, sereia do folclore brasileiro.
A necessidade do sincretismo, para o livre culto, e as influências europeias no Brasil, carregadas de desconhecimento e preconceito, acabaram por dar lhe uma imagem branca, sendo que, em sua origem, é uma rainha negra. Em outros países, como Cuba, sua imagem continua originalmente negra.
O dia de sua comemoração varia entre as correntes que a tem como divindade, podendo ocorrer nos dias 2 de fevereiro, 15 de agosto, 8 de dezembro e 31 de dezembro. Porém, são entre os primeiros dias de dezembro que os festejos ocorrem em Praia Grande, São Paulo.
Durante esses dias, fiéis saem em romaria rumo aos domínios de Iemanjá para serem batizados em suas
águas com a intenção de pedir que a paz e a prosperidade continuem se fazendo presente em suas vidas. Os centros presentes também montam seus terreiros e realizam trabalhos, durante o dia e a noite, afim de guiar e ajudar a quem os procura.
Sendo assim, cada pedido e cada benção oferecida na comemoração é por amor, prosperidade e caridade,
dar amparo e semear o bem. Religião é paz, seja curioso, busque, leia e aprenda, tenha opinião para fugir de preconceitos e visões pré-moldadas, acredite no amor.
Yéyé Omó Ejá, nome que vem do idioma africano yorubá, que em sua tradução literal traria “mãe cujos filhos são peixes”. No Brasil, a energia de Iemanjá é cultuada entre umbandistas e candomblecistas. Sendo considerada a mãe dos orixás, seu sincretismo está associado as imagens de Nossa Senhora da Conceição, Virgem Maria e outras santas do catolicismo, e também a figura de Iara, sereia do folclore brasileiro.
A necessidade do sincretismo, para o livre culto, e as influências europeias no Brasil, carregadas de desconhecimento e preconceito, acabaram por dar lhe uma imagem branca, sendo que, em sua origem, é uma rainha negra. Em outros países, como Cuba, sua imagem continua originalmente negra.
O dia de sua comemoração varia entre as correntes que a tem como divindade, podendo ocorrer nos dias 2 de fevereiro, 15 de agosto, 8 de dezembro e 31 de dezembro. Porém, são entre os primeiros dias de dezembro que os festejos ocorrem em Praia Grande, São Paulo.
Durante esses dias, fiéis saem em romaria rumo aos domínios de Iemanjá para serem batizados em suas
águas com a intenção de pedir que a paz e a prosperidade continuem se fazendo presente em suas vidas. Os centros presentes também montam seus terreiros e realizam trabalhos, durante o dia e a noite, afim de guiar e ajudar a quem os procura.
Sendo assim, cada pedido e cada benção oferecida na comemoração é por amor, prosperidade e caridade,
dar amparo e semear o bem. Religião é paz, seja curioso, busque, leia e aprenda, tenha opinião para fugir de preconceitos e visões pré-moldadas, acredite no amor.